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integrantes do Observatório Social assistem a apresentação no Samae

Durante a manhã de quarta-feira, 23 de novembro, integrantes do Observatório Social de Brusque e Região (OSBr) estiveram presentes na sede administrativa do Serviço Autônomo Municipal de Água e Esgoto (Samae) de Brusque. Evandro Gevaerd, diretor executivo da entidade, se reuniu com a diretora-presidente da autarquia municipal, Fabiana Dalcastagné, com o engenheiro sanitarista Luan Freisleben e, também, com o consultor de saneamento César Augusto Arenhart.

No primeiro momento da visita, Evandro, junto de dois técnicos do OSBr, conheceu o campo de obras do novo reservatório do Samae (R5), com capacidade de armazenar 6,5 milhões de litros de água potável. Após o breve percurso, todos se reuniram na sala da presidência para uma longa conversa sobre esgotamento sanitário. De acordo com Dalcastagné, o objetivo foi – através de uma apresentação técnica – demonstrar as ações executadas pela autarquia, visando o início da implementação do tratamento de esgoto em Brusque.

A situação dos 50 quilômetros de manilhas existentes em Brusque há 20 anos, além da questão envolvendo o cancelamento do edital de procedimento de manifestação de interesse da iniciativa privada (PMI), que previa a concessão do serviço de tratamento de esgoto, foram temas do encontro. A decisão foi tomada pela Prefeitura de Brusque, paralelamente a mudança de gestão no Executivo Municipal, após recomendação do próprio observatório.

“Também foi exposto um panorama do projeto que nós licitamos do esgoto sanitário para Brusque, que vai ser entregue esse ano, explicando que é um bom início para as futuras gestões de dar um pontapé inicial na questão do tratamento de esgoto em Brusque”, afirmou Dalcastagné.

A apresentação proferida pelos técnicos do Samae aos integrantes do OSBr foi considerada proveitosa pelo diretor-executivo da entidade fiscalizadora, Evandro Gevaerd. Para ele, apesar de serem dados estritamente técnicos, foi possível compreender a problemática e as soluções que podem ser apresentadas para a comunidade brusquense em torno do tema. “Ficou bem claro que não adianta a gente se precipitar, a gente tomar atitudes precipitadas em relação a algumas ações que aparentemente são emergenciais, porque isso pode ter um reflexo negativo no futuro. Tem de ser tudo planejado”, finalizou Gevaerd.

por Wilson Schmidt Junior
coordenador de imprensa Samae Brusque